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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Marta M. Ferreira expõe na Galearte/SESC

CONHEÇA MAIS PEÇAS DA CERAMISTA,
MARTA M. FERREIRA
www.martartesa.blogspot.com clique na imagem

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Concurso Internacional de Artes Plásticas na Espanha
Por J.B. Donadon Leal

Revolta da Mata - acrílica sobre eucatex

Primeiro lugar absoluto no Concurso Internacional de Artes Plásticas Compositor Antônio Gualda – 2008, promovido pela Associação Cultural Valentin Ruiz Aznar, em Granada, Espanha, a tela Revolta da Mata, acrílica sobre eucatex (100cm X 80cm), de Déia Leal, confirma a arte aldravista como uma proposta conceitualmente justificada em seu percurso metonímico de arte visual. A artista do movimento aldravista de Mariana que já havia conquistado o terceiro lugar desse concurso em 2006, consolida-se como uma das mais talentosas artistas da nova geração das artes visuais no mundo, pois conquistou o primeiro lugar geral em um certame que contou com a participação de artistas de 34 países, entre os quais alguns já veteranos na arte de pintar. O resultado foi divulgado no dia 22 de novembro de 2008 no site oficial da associação promotora: http://usuarios.lycos.es/avra/id191.htm

O que encantou o corpo de jurados do concurso? A tela Revolta da Mata inova em muitos aspectos na arte. Pertencente a uma coleção intitulada emaranhaminas, essa tela revela a agonia da mata mineira carcomida pela exploração humana, especialmente pela ação mineradora. A técnica da artista é inovadora e reveladora, mostra, sem desenhar objetos ou paisagens, os conceitos narrados na tela com manchas que traduzem as imagens conceituadas. Não é apenas arte conceitual, pois a artista explora a polifonia do texto visual, abrindo possibilidades de diálogos com os múltiplos conceitos que circulam pela narrativa projetada na tela. A revolta – o conceito básico e gerador dos conceitos possíveis dele derivados – explode nas metonímias das cores: vermelho que se derrama em claras manchas de sangue e negro que se sobrepõe como heras que buscam cobrir a floresta ferida. Ambas as ações sufocam a floresta: a ação mineradora é devastadora e põe agonizante a mata; as eras igualmente sufocam as árvores em sua ação parasitária, numa espécie de suicídio em razão da impotência ante a ação homicida da mineração. O tema é atual e visível na região da artista, entre Itabira, Santa Bárbara e Mariana, em Minas Gerais. O tema é universal, uma vez que a preocupação com a preservação da natureza e o combate ao efeito estufa é cada vez mais presente nas ações educativas de todos os povos e dialoga com os discursos preservacionistas. A Revolta da Mata é um grito de alerta, é uma oração de súplica, ao mesmo tempo em que se faz réquiem à floresta martirizada. Contrário a todas as tendências extrativistas o verde ainda resiste vivo e respira, desejando sobreviver, como faz grande parte das espécies nativas desse semi-serrado que agoniza no inverno prolongado sem chuvas para rebrotar na primavera.
_________________________
Andréia Donadon Leal - Déia Leal
Diretora do Jornal Aldrava Cultural
Governadora do InBrasCI-MG
Membro da Academia de Letras Rio- CM e da AVSPE
Membro da Academia Cachoeirense de Letras
Membro da Academia Maceioense de Letras
(31) 8893-3779
(31) 8431-4648
http://www.jornalaldrava.com.br/pag_deia_leal_plan.htm

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

artistas participantes "PONTO DE INTERVENÇÃO"




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sexta-feira, 14 de novembro de 2008

ponto de intervenção


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ponto de intervenção

PONTO DE INTERVENÇÃO
Curadoria – Demétrius Cotta
Realização – Coletivo Tático Cultural
Apoio – Rede aan! ( reservado aos veículos que poderão apoiar )

Dia – 1 de dezembro
Local – Casarão / Sete Lagoas – MG
Hora – Abertura da exposição partir das 20 h
Horário de visitação - durante a semana/ 8h às 17h
Sábado – 8 às 12h
Tel. Curadoria : 31 3772 2741
Tel.: Casarão : 31 3772 3878

Apresentação/ Desenvolvimento:

Exposição concebida dentro das atuais tendências colaborativas perante a interferência nas obras de alguns artistas, por eles mesmos ou, pelo público que visita a mostra. Essa intervenção pode ocorrer diretamente sobre a obra ou, ao lado, acima, enfim; nas imediações da mesma.
Essa ‘quebra’ da seqüência estilística do autor justifica a titulação da mostra que considera as possibilidades lógicas de combinação, entre o número de artistas participantes, como algo muito perto da infinita possibilidade combinativa. Nesse sentido é possível prevê certas possibilidades de ‘fusão’, e passível de subversões. As possibilidades combinatórias não acontecem pela óptica da sintaxe clássica.

É uma exposição “viva” que foi planejada para pulsar de acordo com as intervenções propostas durante a permanência da mesma no recinto da exposição.
Questiona princípios relacionados à seqüência lógica de um sistema qualquer.

Ponto de Intervenção é uma oportunidade contingente que pode favorecer a formação do discusso estético/cultural em nossa cidade e região, respeitando suas singularidades e, ao mesmo tempo, levando em conta suas peculiaridades como grupo social. Essas características específicas, parece ser ainda um desafio a ser alcançado pelos diferentes profissionais que atuam em espaços que buscam atender ao público cultural.
Para saber mais sobre o Referencial Teórico que fundamenta a exposição visite:



Referencial teórico :

A exposição de arte é um evento que implica um percurso discussivo que pode contribuir edificar e elevar o ser em sua interpessoalidade. Um percurso de análise semiótica a faz imprimir aspectos como intersubjetividade, transtextualidade e intratextualidade. Aspectos híbridos e relações texto-contexto.
Perante a realidade local, é necessário afirmar a existência sígnica de uma exposição em torno da sua importância social, desde que a mesma produza conteúdos com referenciais programáticos e desvende nichos de importâncias segmentadas ou gerais que beneficie a comunidade.
Na condição de ser pensante, cada sujeito é único e atua conforme suas competências e sua história de vida. Faz-se referência às experiências pessoais de cada um e, principalmente, à forma como cada um percebe seu trabalho, o ambiente, suas necessidades, a organização. Este aspecto está estreitamente
relacionado com as questões relativas à natureza das tarefas, ao conteúdo simbólico do trabalho, e aos sentimentos de prazer e sofrimento no trabalho, pois referem-se à subjetividade e à intersubjetividade dos sujeitos. Questões com profundo viés filosófico podem ser um vocativo à natureza de uma mostra de arte consciente e planejada, somados à sua natureza semiológica, nesse caso , foco no interpretante – o efeito sobre alguém em virtude do qual a coisa em questão é um signo para esse alguém, o intérprete – o alguém. Esse processo semiósico é o processo em que alguém se dá conta de uma coisa mediante uma terceira. Trata-se de um dar-se-conta-de mediato. (cf. Charles Morris)

O “ponto de intervenção” define-se como designatum, alusivo ao arbitrário e diferenciando-se dos aspectos retilíneos, negando o propósito historiográfico e contribuindo para que os processos colaborativos expandam dentro das ações inclusivas atuais. Dentro dessa arena aparece os atores e dentre os atores que podem orquestrar estão os curadores.
Esse trabalho é considerado aqui, como um dos fatores estruturantes dentro do contexto sociocultural, uma forma de satisfação, por proporcionar aos sujeitos a realização de si mesmo através de um ofício, de uma atividade. Essa função está vinculada ao reconhecimento social e à valorização do significado cultural do trabalhar. Esse processo laboral é entendido como propositor de um sentido e uma função, merecendo aproximação teórica satisfatória compatibilizada pela demanda reprimida e apartada das relações culturais com o interpretante e o intérprete. Nesse sentido sugerimos uma aproximação de proposta teórica compatível com a semiótica dentro dos seus campos: Sintaxe, Semântica e Pragmática que podem ser o referencial para se iniciar os estudos da realidade local e a adequação dela ao resto do mundo. Além do que, podemos alinhavar esse processo com Arte e Cultura como formas de fortalecimento do sujeito social e da identidade cultural.






Bibliografia: 1- Charles Morris, 1959, Foundations of the Theory of Signs, Chicago: University of Chicago Press..
2- Fidalgo, António – 1998, Semiótica, a Lógica da Comunicação (3ª parte)

terça-feira, 11 de novembro de 2008

EVENTOS TÁTICOS CULTURAIS


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ARTYCOK / EUROPA CENTRAL

ARTYCOK

Londres / Cercado por Praças /
Tanto Dave Hullfish Nils Norman Bailey e construir elaboradas instalações escultóricas.

Berlin / Lari Pittman /
Lari Pittman pinturas de assumir formas complexas e entrelaçadas. Em seu estilo narrativo, suas obras retratam sistemas únicos e hierarquias.

Belgrado / VIDEOGRAPHY Žaneta Vangeli '/
Žaneta Vangeli é um artista conceitual, mas também um artista fortemente refletindo sobre a realidade ".

Praga / Georg Baselitz /
O Georg Baselitz / Pinturas 1960 -2008 apresenta uma visão geral ao longo da vida da produção pictórica da Baselitz.

Bratislava / Multiplace 2009 - Play Culturas /
Rede Cultura Festival 2009.

Budapest / Poema sobre nada /
A noção de nada, é abordado por diferentes culturas e da ciência em uma grande variedade de formas .


palestras:
Áustria / GELITIN /
Uma oportunidade excepcional para ver uma apresentação de Florian Reither, um membro do grupo austríaco de arte GELITIN.

Audiovisual:
República Tcheca / HaCan /
A selecção de trabalhos do fotógrafo estão garantidos para ser tão delicioso olhar para o presente como será no futuro.

Projetos de Arte:
produtores Polónia / Quarto /
The Producers quarto são as pessoas criar e produzir música a partir de seus quartos. Eles formam uma parte significativa da comunidade DIY.

EXTRA:
Eslováquia / Tamara Moyzes /
Tamara Moyzes não pretende ser excessivamente acadêmico em seu trabalho - a sua arte é pura imaginação. Ela não se pronuncia sobre a realidade da distância, ela entra para a direita no centro de tudo o que está acontecendo agora.

VIK MUNIZ

Não é somente Arte é muito mais...