culturaredeaan@gmail.com
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Revolta da Mata - acrílica sobre eucatex
Primeiro lugar absoluto no Concurso Internacional de Artes Plásticas Compositor Antônio Gualda – 2008, promovido pela Associação Cultural Valentin Ruiz Aznar, em Granada, Espanha, a tela Revolta da Mata, acrílica sobre eucatex (100cm X 80cm), de Déia Leal, confirma a arte aldravista como uma proposta conceitualmente justificada em seu percurso metonímico de arte visual. A artista do movimento aldravista de Mariana que já havia conquistado o terceiro lugar desse concurso em 2006, consolida-se como uma das mais talentosas artistas da nova geração das artes visuais no mundo, pois conquistou o primeiro lugar geral em um certame que contou com a participação de artistas de 34 países, entre os quais alguns já veteranos na arte de pintar. O resultado foi divulgado no dia 22 de novembro de 2008 no site oficial da associação promotora: http://usuarios.lycos.es/avra/id191.htm
O que encantou o corpo de jurados do concurso? A tela Revolta da Mata inova em muitos aspectos na arte. Pertencente a uma coleção intitulada emaranhaminas, essa tela revela a agonia da mata mineira carcomida pela exploração humana, especialmente pela ação mineradora. A técnica da artista é inovadora e reveladora, mostra, sem desenhar objetos ou paisagens, os conceitos narrados na tela com manchas que traduzem as imagens conceituadas. Não é apenas arte conceitual, pois a artista explora a polifonia do texto visual, abrindo possibilidades de diálogos com os múltiplos conceitos que circulam pela narrativa projetada na tela. A revolta – o conceito básico e gerador dos conceitos possíveis dele derivados – explode nas metonímias das cores: vermelho que se derrama em claras manchas de sangue e negro que se sobrepõe como heras que buscam cobrir a floresta ferida. Ambas as ações sufocam a floresta: a ação mineradora é devastadora e põe agonizante a mata; as eras igualmente sufocam as árvores em sua ação parasitária, numa espécie de suicídio em razão da impotência ante a ação homicida da mineração. O tema é atual e visível na região da artista, entre Itabira, Santa Bárbara e Mariana, em Minas Gerais. O tema é universal, uma vez que a preocupação com a preservação da natureza e o combate ao efeito estufa é cada vez mais presente nas ações educativas de todos os povos e dialoga com os discursos preservacionistas. A Revolta da Mata é um grito de alerta, é uma oração de súplica, ao mesmo tempo em que se faz réquiem à floresta martirizada. Contrário a todas as tendências extrativistas o verde ainda resiste vivo e respira, desejando sobreviver, como faz grande parte das espécies nativas desse semi-serrado que agoniza no inverno prolongado sem chuvas para rebrotar na primavera.
_________________________
Andréia Donadon Leal - Déia Leal
Diretora do Jornal Aldrava Cultural
Governadora do InBrasCI-MG
Membro da Academia de Letras Rio- CM e da AVSPE
Membro da Academia Cachoeirense de Letras
Membro da Academia Maceioense de Letras
(31) 8893-3779
(31) 8431-4648
http://www.jornalaldrava.com.br/pag_deia_leal_plan.htm
sábado, 22 de novembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
ponto de intervenção
Curadoria – Demétrius Cotta
Realização – Coletivo Tático Cultural
Apoio – Rede aan! ( reservado aos veículos que poderão apoiar )
Dia – 1 de dezembro
Local – Casarão / Sete Lagoas – MG
Hora – Abertura da exposição partir das 20 h
Horário de visitação - durante a semana/ 8h às 17h
Sábado – 8 às 12h
Tel. Curadoria : 31 3772 2741
Tel.: Casarão : 31 3772 3878
Apresentação/ Desenvolvimento:
Exposição concebida dentro das atuais tendências colaborativas perante a interferência nas obras de alguns artistas, por eles mesmos ou, pelo público que visita a mostra. Essa intervenção pode ocorrer diretamente sobre a obra ou, ao lado, acima, enfim; nas imediações da mesma.
Essa ‘quebra’ da seqüência estilística do autor justifica a titulação da mostra que considera as possibilidades lógicas de combinação, entre o número de artistas participantes, como algo muito perto da infinita possibilidade combinativa. Nesse sentido é possível prevê certas possibilidades de ‘fusão’, e passível de subversões. As possibilidades combinatórias não acontecem pela óptica da sintaxe clássica.
É uma exposição “viva” que foi planejada para pulsar de acordo com as intervenções propostas durante a permanência da mesma no recinto da exposição.
Questiona princípios relacionados à seqüência lógica de um sistema qualquer.
Ponto de Intervenção é uma oportunidade contingente que pode favorecer a formação do discusso estético/cultural em nossa cidade e região, respeitando suas singularidades e, ao mesmo tempo, levando em conta suas peculiaridades como grupo social. Essas características específicas, parece ser ainda um desafio a ser alcançado pelos diferentes profissionais que atuam em espaços que buscam atender ao público cultural.
Para saber mais sobre o Referencial Teórico que fundamenta a exposição visite:
Referencial teórico :
A exposição de arte é um evento que implica um percurso discussivo que pode contribuir edificar e elevar o ser em sua interpessoalidade. Um percurso de análise semiótica a faz imprimir aspectos como intersubjetividade, transtextualidade e intratextualidade. Aspectos híbridos e relações texto-contexto.
Perante a realidade local, é necessário afirmar a existência sígnica de uma exposição em torno da sua importância social, desde que a mesma produza conteúdos com referenciais programáticos e desvende nichos de importâncias segmentadas ou gerais que beneficie a comunidade.
Na condição de ser pensante, cada sujeito é único e atua conforme suas competências e sua história de vida. Faz-se referência às experiências pessoais de cada um e, principalmente, à forma como cada um percebe seu trabalho, o ambiente, suas necessidades, a organização. Este aspecto está estreitamente
relacionado com as questões relativas à natureza das tarefas, ao conteúdo simbólico do trabalho, e aos sentimentos de prazer e sofrimento no trabalho, pois referem-se à subjetividade e à intersubjetividade dos sujeitos. Questões com profundo viés filosófico podem ser um vocativo à natureza de uma mostra de arte consciente e planejada, somados à sua natureza semiológica, nesse caso , foco no interpretante – o efeito sobre alguém em virtude do qual a coisa em questão é um signo para esse alguém, o intérprete – o alguém. Esse processo semiósico é o processo em que alguém se dá conta de uma coisa mediante uma terceira. Trata-se de um dar-se-conta-de mediato. (cf. Charles Morris)
O “ponto de intervenção” define-se como designatum, alusivo ao arbitrário e diferenciando-se dos aspectos retilíneos, negando o propósito historiográfico e contribuindo para que os processos colaborativos expandam dentro das ações inclusivas atuais. Dentro dessa arena aparece os atores e dentre os atores que podem orquestrar estão os curadores.
Esse trabalho é considerado aqui, como um dos fatores estruturantes dentro do contexto sociocultural, uma forma de satisfação, por proporcionar aos sujeitos a realização de si mesmo através de um ofício, de uma atividade. Essa função está vinculada ao reconhecimento social e à valorização do significado cultural do trabalhar. Esse processo laboral é entendido como propositor de um sentido e uma função, merecendo aproximação teórica satisfatória compatibilizada pela demanda reprimida e apartada das relações culturais com o interpretante e o intérprete. Nesse sentido sugerimos uma aproximação de proposta teórica compatível com a semiótica dentro dos seus campos: Sintaxe, Semântica e Pragmática que podem ser o referencial para se iniciar os estudos da realidade local e a adequação dela ao resto do mundo. Além do que, podemos alinhavar esse processo com Arte e Cultura como formas de fortalecimento do sujeito social e da identidade cultural.
Bibliografia: 1- Charles Morris, 1959, Foundations of the Theory of Signs, Chicago: University of Chicago Press..
2- Fidalgo, António – 1998, Semiótica, a Lógica da Comunicação (3ª parte)
terça-feira, 11 de novembro de 2008
domingo, 9 de novembro de 2008
Tático Cultural / PONTO DE INTERVENÇÃO
Veja a seguir:
S. f. 1. Ato de intervir; interferência: Graças à sábia intervenção dele, tudo se resolveu bem; "devemos .... evitar as [medidas] que .... abram a mais estreita frincha à intervenção triunfante do estrangeiro na esfera superior dos nossos destinos." (Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos, p. 225). 2. Jur. Ato pelo qual, no protesto de um título cambiário por falta de aceite ou pagamento, um terceiro declara que o aceita ou resgata por honra ou conta do sacador, do aceitante, ou de um dos endossatários. 3. Jur. Ato de um Estado intervir nos negócios internos de outro(s). [Cf. não-intervenção.] 4. Bras. Nos regimes federativos, ato do poder central destinado a impor medidas necessárias a manter a integridade da União, quando algum dos seus membros está submetido a anormalidade grave e que prejudique o funcionamento da Federação. 5. Cir. Intervenção cirúrgica. 6. Bras. Interferência do poder central em qualquer unidade da Federação, que se manifesta na substituição de seu governador, prefeito, etc., ou na cassação de representante do poder legislativo estadual, municipal, etc. u Intervenção cirúrgica. Med. 1. Operação (4). [Tb. se diz apenas intervenção.] u Intervenção de terceiro. Jur. 1. A daquele que, embora não seja parte, tem legítimo interesse em intervir no processo, ou é obrigado a isto por lei e chamamento de um dos litigantes. [Cf. assistência (7).] 2. Violação da independência dum Estado, em virtude da intromissão indébita de outro nos seus negócios internos ou externos. u Intervenção humanitária. Jur. 1. Princípio de direito internacional que aceita a intervenção duma comunidade de Estados nos negócios internos ou externos de outro, para evitar morticínios dos próprios nacionais do país sujeito a essa medida.
Bibliografia: Dicionário Aurélio
A exposição realizar-se-á no dia 1 de Dezembro no piso superior do Casarão em Sete Lagoas - MG
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
3 FIGURAÇÕES EM SETE LAGOAS
3 Figurações
Exposição coletiva
Artistas Expositores:
TALES SABARÁ
LEANDRO FIGUEIREDO
PAULO NAZARETH
CASARÃO EM SETE LAGOAS
6 A 29 DE NOVEMBRO/2008
Pça. Tiradentes Centro
A arte permanece muda se não a fizermos circular por meio de palavras a outros quadrantes. O que vemos na exposição 3 FIGURAÇÕES, são três processos que embora diferenciados se complementam a um certo ponto de vista. Uma geração de produtos sensíveis ao inconsciente e aptos a desvendar um mistério. Os três artistas expositores recorrem ao sensível apelo do objeto para exteriorizarem seus sentimentos. No conjunto as obras se fundem, para no particular elas clamarem pelo originante.
Na obra de Paulo Nazareth os elementos naturais não são representações ou aparência da natureza, mas expressões da própria natureza. Essa natureza adquire consistência à medida que ela confere identidade a esses elementos. Em sua obra , a unidade se manifesta na diversidade e complementariedade. São performances estéticas que necessitamos recorrer a uma instrumentação categorial bem distinta para que seu fenômeno artístico ocorra dentro do ponderável.
Enquanto isso na conduta idiossincrásica de Leandro Figueiredo assistimos sua luta travada no sentido em dar consistência ao meio. Seu temperamento individual o faz reagir de maneira muito pessoal à ação dos agentes externos. Seu trabalho evoca um novo homem renascentista transnatural que requer compreensão à sua manifestação racional do latente . Assim a natureza da sua arte é a expressão da relação entre o sagrado e o profano, entre o divino e o humano, entre origem e originado.
Tales Sabará, em seu âmago, faz surgir espectros de um expressionismo atômico que nos assombram como todo bom expressionista sabe fazer. São recursos visuais obtidos por treliças provocadas por monotipias, cruzamentos de linhas feitas a lápis e tinta nanquim. Quer se questione serem as coisas físicas ou espirituais, materiais ou idéias, não hesito em afirmar que as coisas existem e que os desenhos do Sabará simplesmente nos incomodam pela radiografia sincera e honesta que esse artista faz da transição de signos não subordinados – aparentemente – a nenhum objetivo exterior. E qual ser humano quer dialogar com a verdade e perder argumentos para esta?
Demétrius Cotta
Coletivo Tático Cultural www.redeaan.blogspot.com
Sete Lagoas – MG RAAN
domingo, 26 de outubro de 2008
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
sábado, 11 de outubro de 2008
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
terça-feira, 7 de outubro de 2008
domingo, 5 de outubro de 2008
sábado, 4 de outubro de 2008
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
A história pautada pela técnica artística
domingo, 28 de setembro de 2008
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
sábado, 6 de setembro de 2008
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
sábado, 23 de agosto de 2008
PINTURA VERNACULAR

*Demétrius Cotta
Existe um consenso de crítica que sublinha a ausência de pretensões intelectuais sobre o ponto de vista estético/teórico (dos praticantes do primitivismo) como forma de categoria pictórica.
Já em relação ao movimento primitivista e aos valores que uma de suas vertentes defende especificamente a do “Fifth State”, que aproxima à visão do Erlei Pereira, ou seja; a valoração da forma de viver de maneira “integral” e pré-industrial – não pré-agrícola – defendida por David Watson . Neste particular o “Fifth” está centrado em culturas tribais e em torno de técnicas de convivência. São pontos que distinguem os trabalhos de Erlei. Seus quadros encontram respaldo nesse pensamento quando evoca influências do sincretismo brasileiro com seu imaginário rico e fecundo de proliferações de formas e cores, cada uma com seu sentido e propósito advindo de antigos ritos e crenças de remanescentes africanos, portugueses e aborígines, guardando resquícios tribais.
O artista meticulosamente percebe isso e intui que deve deixar a composição solta e invadir o espaço do imaginário popular; aproximando das “técnicas de convívio” defendidas por David. Seu olhar se desinibe sobre a condição dos espaços sociais, paradoxalmente ao seu jeito “acanhado” e “retraído”.
Assim como é possível perceber distintos pensadores com posturas diversas, podemos também perceber pintores de vertentes idênticas, pintando diferente. Desta maneira seria inadequado falar de um primitivismo, e sim de uma gama variada desse complexo.
O grande lance da pintura de Erlei é exatamente este: - em busca da condição ideal de convívio, o artista celebra seu modo poético, sua cultura vernacular e sua tentativa em ser acessível. Além de nos brindar com seu escrúpulo arredio à ausência de um espirituoso sistema pictórico elaborado; saudando as deformações e justaposições de sutis meios tons aéreos, muito além do que é ingênuo e sim, intencional em sua obra.
Um ‘erudito’ da arquitetura vernacular pictórica !!!!
*Demétrius Cotta – Sete Lagoas/MG
Artista Plástico e Comunicador Social
www.redeaan.blogspot.com
terça-feira, 19 de agosto de 2008
sábado, 16 de agosto de 2008
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
domingo, 3 de agosto de 2008
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
ORLANDO - FLÓRIDA

A solenidade acontecerá em novembro/2008 e contará - de acordo com o Senior Editor, Photography Laureates: John Warton, com a presença dos renomados fotógrafos da revista Times, National Geographics, etc...
Maiores detalhes e mais fotos do artista Demétrius , pelo blog : www.clickcriativo.blogspot.com
Demétrius Cotta
dhcotta@gmail.com
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Psicólogo artista comenta sobre a reunião convocada pela Rede aan! no último dia 14/06 , no Casarão em Sete Lagoas
quarta-feira, 9 de julho de 2008
quinta-feira, 3 de julho de 2008
sábado, 28 de junho de 2008

quinta-feira, 26 de junho de 2008
terça-feira, 17 de junho de 2008
sexta-feira, 13 de junho de 2008
quarta-feira, 11 de junho de 2008
demetrius You have been Selected as one of our Best Photographers of 2008 . EUA
The editorial team of Photography Laureates has conducted a detailed examination of the best photographs submitted to us in the last months. We have decided to publish in an Anthology the very best photographers and the most exceptional pictures we have encountered.
We would like to congratulate you for being selected for publication as part of our highly acclaimed Photography Anthology. As such, you are a finalist for the $6500 prize. As a Laureate and talented photographer, you now have access to several networking opportunities aimed at exposing you to the photography community.
Your photograph was selected out of hundreds of competing entries and you will be published along with other talented photographers.
Your photograph, Baroque, was selected for its asymmetric composition and light mix used throughout...

.. and will be published in our acclaimed "Best Of 2008 Photography", Deluxe, 8.5" X 11", Hard bound, 300 pages Special Edition anthology.
Again, congratulations, Demetrius: the Best of 2008 Photography is our most beautifully crafted hard bound Anthology. It features beautiful Photography artistry. We are proud to publish you as part of this talented and exclusive group of photographers. Your contribution to this project is greatly appreciated.
Sincerely,
John Warton
Senior Editor, Photography Laureates
terça-feira, 10 de junho de 2008
PROJETO IMAGINARTE
conta hoje com invejável mailing de 8.500 e-mails ativos.
Transformou-se em uma rede de distribuição de conteúdos culturais e artísticos. Nesse sentido não se furta o dever em divulgar as boas iniciativas que são geridas aqui em Sete Lagoas, como de qualquer parte do mundo.
Conheça a 2ª edição desse Projeto que tanto tem colaborado para reunir a comunidade artística em torno de uma iniciativa honesta e compromissada com a imparcialidade; e digo mais: - essencialmente em consonância com os modelos de inclusão de classes e categorias, inclusive as artísticas.

Fonte: Carolina Valente - Depto. de Comunicação
segunda-feira, 9 de junho de 2008
sábado, 24 de maio de 2008
sexta-feira, 23 de maio de 2008
quarta-feira, 21 de maio de 2008
ARTES PLÁSTICAS; O QUE É?
Para compreender estas denominações precisamos retroceder um pouco e entender o que é arte?
A “arte” não finda com as Artes Plásticas. Existem nove grandes expressões artísticas:
A Música, a Dança, as Artes Plásticas, As Artes Cênicas, a Literatura, a Arquitetura, o Cinema, as Narrativas Televisivas e as Histórias em Quadrinhos.
Por boa parte da história a terceira das artes representava tudo aquilo que era belo. A palavra “arte” vem do latim Ars, que significa habilidade. O artista era o habilidoso executor de uma função específica. Todos os exímios artífices eram artistas. Ferreiros, sapateiros, ceramistas, pintores e escultores. Na tentativa de distinguir estes dois últimos dos demais, se passou a denominar as pinturas e esculturas de obras das Belas Artes. Eram artífices do belo. E a beleza reinou por muito tempo nas artes...
O problema começou quando estes modeladores do Belo resolveram produzir obras que não eram nada belas ou não reproduziam o que era belo. Como chamar então aquelas realizações de Belas Artes? Era o início das discussões sobre a Estética na arte. O que era então Belo? Não se podia afirmar com certeza, já que esta percepção varia de pessoa para pessoa.
“Arte” passou a ser então as representações de sentimentos e expressões humanas executadas sobre uma perfeição estética e técnica. Principalmente técnica. Foi a valorização da técnica que desenvolveu grande parte dos movimentos modernistas: não eram as representações que interessavam e sim, como eram executadas e como se processava a intercessão entre sentimento e técnica.
A técnica de execução do material empregado na fixação da emoção sobrepujou sua antiga função.
E assim que finalmente chegamos ao “plástica”.
As “Artes Plásticas” não são nada mais que a capacidade de moldar, modificar, reestruturar, re-significar os mais diversos materiais na tentativa de conceber e divulgar nossos sentimentos e, principalmente, nossas idéias.
È a essência do plástico. Um material inicialmente líquido que se pode transformar em qualquer tipo de utensílio, objeto, peça ou componente, necessitando apenas, neste processo, da criatividade não só de conceber o objeto em si, mas também do processo de produção deste objeto. Por isso Artes Plásticas.
E esta arte hoje em dia não mais se circunscreve apenas a pintura e a escultura, como também avança pelas performances, instalações, vídeo-artes, cyberartes, grafismo, proto-arte e inúmeras outras expressões pós-modernas.
É assim que a categoria “arte” passou a delimitar uma expressão especifica do ser humano, afinal, existem coisas belas que não são arte mais admiramos e ainda coisas que admiramos, não são belas e nem são arte. E o pior: coisas que não gostamos, não são belas e são “arte”!
A “arte” passou a ser um leque muito abrangente de produções específicas relacionadas não mais ao sentimento da visão, mas sobretudo, as expressões internas de significado e aos arcabouços das técnicas de execução.
Se observarmos esta afirmação de Duchamp, quando ao sentido da arte, compreenderemos como a arte é vista hoje: "A arte pode ser ruim, boa ou indiferente, mas qualquer que seja o adjetivo empregado, temos de chamá-la de arte. A arte ruim é arte, do mesmo modo como uma emoção ruim é uma emoção".
É isso que a arte é hoje.
Criação.
O pleno e mais esplendoroso ato de criar intencionalmente. É desta forma que a Arte passou a ser a intenção de fazer Arte .
Carpe DiemAmaro Braga
http://www.sobresites.com/artesplasticas/apresentacao.htm
Homenagem da Rede aan!
sexta-feira, 16 de maio de 2008
sábado, 26 de abril de 2008
quarta-feira, 23 de abril de 2008
sábado, 19 de abril de 2008
EM BUSCA DO INFINITO
sexta-feira, 18 de abril de 2008
terça-feira, 15 de abril de 2008
segunda-feira, 14 de abril de 2008

Não é impunemente que esta exposição de Gladston Mansur se intitula “Construtivismo Gestual”, título poético trespassado - apetece dizer: rasgado - pelo quotidiano, pelo banal, onde conflui o pagamento diário de uma construção artesanal, onde o dia-a-dia se justifica e se metamorfoseia sob o peso desta metáfora que se inicia pelo acaso no gesto em busca de sentido existencial.
Cadastre-se para vender sua obra
ARTYCOK / EUROPA CENTRAL
Londres / Cercado por Praças /
Tanto Dave Hullfish Nils Norman Bailey e construir elaboradas instalações escultóricas.
Berlin / Lari Pittman /
Lari Pittman pinturas de assumir formas complexas e entrelaçadas. Em seu estilo narrativo, suas obras retratam sistemas únicos e hierarquias.
Belgrado / VIDEOGRAPHY Žaneta Vangeli '/
Žaneta Vangeli é um artista conceitual, mas também um artista fortemente refletindo sobre a realidade ".
Praga / Georg Baselitz /
O Georg Baselitz / Pinturas 1960 -2008 apresenta uma visão geral ao longo da vida da produção pictórica da Baselitz.
Bratislava / Multiplace 2009 - Play Culturas /
Rede Cultura Festival 2009.
Budapest / Poema sobre nada /
A noção de nada, é abordado por diferentes culturas e da ciência em uma grande variedade de formas .
palestras:
Áustria / GELITIN /
Uma oportunidade excepcional para ver uma apresentação de Florian Reither, um membro do grupo austríaco de arte GELITIN.
Audiovisual:
República Tcheca / HaCan /
A selecção de trabalhos do fotógrafo estão garantidos para ser tão delicioso olhar para o presente como será no futuro.
Projetos de Arte:
produtores Polónia / Quarto /
The Producers quarto são as pessoas criar e produzir música a partir de seus quartos. Eles formam uma parte significativa da comunidade DIY.
EXTRA:
Eslováquia / Tamara Moyzes /
Tamara Moyzes não pretende ser excessivamente acadêmico em seu trabalho - a sua arte é pura imaginação. Ela não se pronuncia sobre a realidade da distância, ela entra para a direita no centro de tudo o que está acontecendo agora.